Sempre que comecei meus blogs (pois é, já tive muitos), a grande dúvida era sobre o primeiro post. Ficava na dúvida sobre o que escrever, sobre como começar… Pois sempre dizem que a primeira impressão é a que fica, então eu sempre quis dar uma boa impressão.
Besteira.
Um blog em início de carreira, só será visto pelos amigos e conhecidos. E esses já tem uma impressão sobe você, e não importa o quão bom seja o primeiro post do seu blog, essa impressão não irá mudar…
Então decidi fazer algo diferente dessa vez, ao invés de falar sobre o blog, sobre as minhas intenções com ele e aonde quero que ele chegue, vou falar de mim.
Não é muito interessante, já vou avisando antes que vocês me xinguem nos comentários, mas acho que devo fazer isso.
Tenho um grande problema, DDA. Distúrbio de Déficit de Atenção… Não consigo nunca ficar fazendo apenas uma coisa… Me acostumei a fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas só quando estou com vontade… Não adianta você vir me pedir pra fazer uma coisa, quando já estou fazendo outra… Provavelmente apenas pra te irritar.
Nunca precisei de amigos pra ser feliz, sempre ouvi “você não nasceu grudado com ele” e com isso cresci e me acostumei a ficar sozinho… Tenho poucos amigos, valorosos, mas poucos. Sou sociável, coisa que aprendi na faculdade, mas prefiro mesmo é ficar em casa. Aprecio realmente a companhia de uma só pessoa, e ela sabe disso.
Já fiz uma faculdade, e todo dia acordo e penso “Acho que joguei dinheiro fora”. Não duvido do contrário, já que na minha vida até agora, não uso quase nada do que paguei pra aprender lá… Tudo que sei, aprendi mais fora da sala de aula do que dentro. Sou bom no que me propus a fazer, mas tenho a impressão de que devia me empenhar pra aprender mais.
Como já me disseram uma vez, sou um moralista. Na verdade, um puta moralista.
Detesto muito das coisas que vejo hoje em dia, e sinto asco de tudo isso. Acho que realmente, vivo no tempo e época errada. Já fui chamado de machista mesmo odiando o machismo. Já não me surpreendo com mais nada com que possam me chamar.
Dependendo de quem tente me ofender, muitas vezes, nada me causa… Causa apenas um leve sorriso e um pensamento, “que tolo imbecil”.
Nunca me apeguei a ninguém, nem mesmo a família. Não sou um coração gelado, porém, aprendi que assim é mais fácil você sofrer menos. Quanto mais você se apega a alguém, mas você vai se decepcionar e mais irá sofrer. Não que eu nunca tenha sofrido, mas aposto que teria sido maior se o apego fosse muito grande.
Hoje sou apegado a apenas uma pessoa. E apesar de alguns sofrimentos, o que cresce não é esse sentimento… mas sim, o apego que tenho por ela.
Bem, acho que já me conheceram bem o suficiente para ter vontade de voltar a esse blog ou para nunca mais voltar… isso fica por conta de vocês.
Aguardem a apresentação dos próximos colunistas.